O avanço das doenças respiratórias graves tem colocado a Bahia em estado de atenção. Somente em 2026 a Bahia já registra um crescimento de quase 200% no número de ocorrências.
Salvador está entre as 14 capitais brasileiras classificadas em nível de alerta, risco ou alto risco para circulação da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo monitoramentos epidemiológicos recentes.
Dados da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) mostram que, entre 1º de janeiro e 27 de março, foram registrados 254 casos graves associados ao vírus, contra 87 no mesmo intervalo do ano passado, representando aumento de 191,95%.
A síndrome reúne as formas mais severas das infecções respiratórias e pode evoluir para complicações graves, como pneumonia e insuficiência respiratória.





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